No quinto dia da décima edição da Universidade de Verão 2012 tivemos na aula da manhã a aula sobre a área social. Subordinada ao tema “Intervir no social: podemos fazer a diferença”, Conceição Zagalo é membro fundador do GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à cidadania empresarial.
Penso que a atribuição do tema para os trabalhos de grupo pode ter suscitado algumas dúvidas, isto é, trabalhámos com dados de Cabo Verde aplicado a uma realidade portuguesa. Torna-se um pouco confuso a interligação/cruzamento destes dois critérios. Deixo a sugestão da necessidade da mesma origem geográfica dos critérios que servem de base a este tipo de trabalho.
Resposta do Carlos Coelho:
Olá Marta,
A alternativa era uma de duas: ou criávamos uma realidade virtual inventado um concelho fictício (e provavelmente percebendo-se que era pouco real) ou corríamos o risco de introduzir desigualdades entre os participantes que conhecem e os que desconhecem o concelho escolhido.
CC
ACHEI CURIOSO
José Miguel Simões "Quem toma posições (e sendo estas difíceis) deve tomá-las com muita serenidade."
Deixemo-nos de "gritarias"!
Dr. António Borges 30-08-2012 | 10:52
Selma Sequeira Engraçado como algumas pessoas que se dizem cidadãos são capazes de deixar que os outros decidam por elas! É fácil criticar, difícil é lutar! Mas é isso que todos aqui queremos fazer… ! 31-08-2012 | 10:23
Vitor Manuel Fonseca "Um dos valores desta Universidade de Verão é a solidariedade..." - Duarte Marques. 30-08-2012 | 15:23
Ricardo Bacelar “O modelo é outro, é saber que o estado complica, atrapalha e prejudica.” 30-08-2012 | 11:02
Sofia Helena Matos "A história de Portugal é uma história de crises" Prof. Marcelo 28-08-2012 | 15:25
Fábio Mousinho Pinto "É necessário que a Europa caminhe para o federalismo; caso contrário, deparar-se-á com um cenário de caos, cujas consequências poderão não ser adequadas.." Dr. Paulo Rangel 31-08-2012 | 17:07
João Alcobia Achei curioso o facto de ao longo da democracia o Estado Central ter aumentado a sua esfera de influência criando-se institutos públicos, empresas públicas e mais recentemente sociedades públicas. Este fenómeno em minha opinião é negativo por duas razões, em primeiro lugar são despendidos recursos importantes da população que poderiam ser utilizados de uma forma mais competitiva (devido a um tamanho gigante do Estado perdem-se bastantes verbas apenas por razões burocráticas) e em segundo lugar pelo facto de, e como a história nos mostra, quando o Estado intervém a um nível demasiado acaba por controlar a vida dos cidadãos comuns. Sendo assim na minha opinião o Estado deve ser forte, para fazer valer os direitos fundamentais dos cidadãos e ao mesmo tempo ser pequeno para não diminuir as liberdades. 01-09-2012 | 11:20
Rui Guilherme Araújo "A tradição dos povos europeus para resolver os problemas são
as guerras"
Dr. Paulo Rangel 31-08-2012 | 17:13
Maria Teresa Azoia "Ser modesto, sem ser humilde nem simplório" - CC
"Não ter medo do medo" - CC 29-08-2012 | 16:31
Rafael Gaspar "Quem deve estar no conselho de segurança não é Inglaterra ou franca, é a Europa"- Adriano Moreira 28-08-2012 | 11:14