No quinto dia da décima edição da Universidade de Verão 2012 tivemos na aula da manhã a aula sobre a área social. Subordinada ao tema “Intervir no social: podemos fazer a diferença”, Conceição Zagalo é membro fundador do GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à cidadania empresarial.
Caro Reitor da Universidade de Verão, Sabendo que o descanso é essencial mas que não se relaciona com trabalho, sugeria que o hotel escolhido para as novas edições permita a que cada grupo possa trabalhar em salas próprias, pois muitos de nós com a expectativa do nosso grupo ser o melhor perdemo-nos nas horas. Ou então, arranjar a sala de maneira a que todos possam trabalhar sem trocar de sala. Grato pela atenção Miguel Cruz Bugalho
Resposta do Carlos Coelho:
Olá Miguel,
Temos bem presente as limitações do Hotel mas não é fácil encontrar melhores soluções em termos de localização, condições (o hotel todo reservado para nós sem outros hóspedes) e de preço...
CC
ACHEI CURIOSO
Diogo Godinho Pensar que os mais de 500,000 imigrantes em Portugal não têm qualquer poder político (em termos eleitorais), foi-me estranho a não referência aos emigrantes e no (pouco) papel dos mesmos na política nacional, também em termos eleitorais. 28-08-2012 | 16:34
José Miguel Simões Uma panóplia de palavras que não se podem dizer num discurso… e então não as coloco aqui. - Rodrigo Moita de Deus 29-08-2012 | 14:52
João Estrela Achei curioso que o Eng. Carlos Pimenta ainda não tenha sido Ministro do Ambiente. 29-08-2012 | 12:28
Mariana Máximo Contreira Quem quer construir, quem quer vencer?...ok, temos sala! Vamos a isso! Conceição Zagalo 31-08-2012 | 10:16
Ricardo Bessa Marques "Não adianta nada ter o processo lá três semanas em cima da secretária, que raio de justiça é esta?" - Dra. Paula Teixeira da Cruz 01-09-2012 | 12:31
José Miguel " A administração pública não tem clientes, tem utentes" Paula Teixeira da Cruz. 01-09-2012 | 10:11
Selma Sequeira Já Millôr Fernandes dissera: “Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus.”
Quantos de nós já disse ou pensou: “detesto despedidas” ou “seria mais fácil não ter acontecido… não custaria tanto”?
Eu própria já mas, o tempo e a experiência, tem-me feito tomar uma postura muito diferente da insinuada nestas meras palavras. A verdade é que uma despedida só custa quando algo de bom e marcante acontece e, por isso, apenas quero agradecer tudo o que passei convosco ao longo desta magnífica semana.
Isto é, apenas, um “até já, companheiros!”