No quinto dia da décima edição da Universidade de Verão 2012 tivemos na aula da manhã a aula sobre a área social. Subordinada ao tema “Intervir no social: podemos fazer a diferença”, Conceição Zagalo é membro fundador do GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à cidadania empresarial.
O modelo de discussão escolhido para o tema "Europa" é sem qualquer dúvida uma aposta ganha. Fica a proposta para que em futuras edições haja uma maior aplicação deste modelo, pois permite o desenvolvimento do sentido critico e é ainda uma forma muito dinâmica de conhecer a fundo os prós e contras de cada tema pelos olhos de quem neles tão convictamente acredita.
Resposta do Carlos Coelho:
Olá Pedro,
Em todas as UVs há um debate no formato de painel oponente. Infelizmente nem sempre são bem sucedidos. Creio que, este ano, tivemos um bom debate. E se não tivesse havido o problema das horas, teríamos tido mais tempo e oportunidade para o Catch the Eye.
CC
ACHEI CURIOSO
Pedro Laborinho estou a achar este debate muito interessante 31-08-2012 | 18:40
Ivo Ribeiro Cada vez mais devemos aprender a fazer omoletes sem ovos... Dra. Conceição Zagalo. 31-08-2012 | 11:13
Rui Guilherme Araújo "Vi os estudantes transformados em clientes, sendo as propinas receitas próprias"
Professor Adriano Correia 28-08-2012 | 16:28
Francisco Sousa Vieira Caso o Doutor Ulisses vença, seria de bom grado pagar umas férias em Praia a todos os UVianos 2012! 30-08-2012 | 16:22
Ivo Ribeiro "A maioria do mundo não tem um veiculo de quatro rodas, nem de duas..." Eng. Carlos Pimenta 29-08-2012 | 10:32
Sofia Helena Matos "A história de Portugal é uma história de crises" Prof. Marcelo 28-08-2012 | 15:25
Diogo Godinho Curiosity, ser possível estar ao mesmo tempo à janela e.. a passar na rua... 28-08-2012 | 16:18
Rafael Dias Almeida O PM é um homem caloroso na intimidade :) 29-08-2012 | 16:53
Patrícia Pimenta Eng. Carlos Pimenta: "Na Índia 400 milhões de pessoas não têm acesso a electricidade." 29-08-2012 | 11:36
João Alcobia Achei curioso o facto de um projecto com o intuito de minimizar as consequências ambientais da construção de barragens que devia demorar no mínimo 1 ano acabou por demorar apenas 2 meses. Isto só prova que as decisões que deviam ser tratadas com seriedade e calmamente acabam por ser tratadas de uma maneira leviana. Neste caso apenas para o Estado arrecadar milhões e "distorcer" o orçamento. 29-08-2012 | 12:23