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Resumo do dia V

No quinto dia da décima edição da Universidade de Verão 2012 tivemos na aula da manhã a aula sobre a área social. Subordinada ao tema “Intervir no social: podemos fazer a diferença”, Conceição Zagalo é membro fundador do GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à cidadania empresarial.

Resumo do dia IV

O Professor António Borges veio dar a aula de Economia – “Lições do Passado e Ambições para o Futuro” - que iniciou a manhã.

VER TODAS

SUGESTÕES
 
 
Francisco Sousa Vieira

Sugiro que o hotel tenha um pouco mais de cuidado com a iluminação diurna, nomeadamente do piso 1, visto que a luz natural do mesmo é suficiente. Assim, evitar-se-iam desperdícios de energia.

Resposta do Carlos Coelho:
Olá Francisco,

Vamos passar a sugestão aos serviços do Hotel !

CC
 
ACHEI CURIOSO
 
 

Diogo Godinho
Change!!
29-08-2012 | 14:48

Ricardina Bessa
"Os Senhores não podem prestar atenção aos jornais". António Borges
30-08-2012 | 12:32

Vitor Manuel Fonseca
Quando o Dr. António Borges referiu que a Europa tem futuro e que não são realistas os que dizem o contrário.
30-08-2012 | 14:46

Rafael Gaspar
" Aqui nenhum jovem sabe o que e estar 3h retido na fronteira para ir comprar caramelos" Dr. Paulo Rangel
31-08-2012 | 17:50

Maria Teresa Azoia
Achei curiosa a referência do nosso Magnífico Reitor sobre o caminho percorrido pela organizaçao até se tornar óbvio convidar jovens empreendedores para este jantar conferencia. Também neste sentido a UV marca pela diferenca. Se por um lado estes exemplos pela sua idade nos mostram que a distancia entre o agora e o sucesso não é assim tão grande, por outro, promover os bons exemplos, é pouco comum e muito necessário.
29-08-2012 | 23:14

Ivo Ribeiro
"Discursar é comunicar = Falar com..." Reitor UV, Carlos Coelho
29-08-2012 | 15:20

Patrícia Pimenta
" Um comentador não deve ser um político-activo (...) são dois chapéus diferentes."
28-08-2012 | 16:17

João Alcobia
Achei curioso o facto de ao longo da democracia o Estado Central ter aumentado a sua esfera de influência criando-se institutos públicos, empresas públicas e mais recentemente sociedades públicas. Este fenómeno em minha opinião é negativo por duas razões, em primeiro lugar são despendidos recursos importantes da população que poderiam ser utilizados de uma forma mais competitiva (devido a um tamanho gigante do Estado perdem-se bastantes verbas apenas por razões burocráticas) e em segundo lugar pelo facto de, e como a história nos mostra, quando o Estado intervém a um nível demasiado acaba por controlar a vida dos cidadãos comuns. Sendo assim na minha opinião o Estado deve ser forte, para fazer valer os direitos fundamentais dos cidadãos e ao mesmo tempo ser pequeno para não diminuir as liberdades.
01-09-2012 | 11:20

João Miguel Silva
Achei curiosa a alusão do dr Adriano Moreira à necessidade de exploração dos recursos marítimos por parte dos países da CPLP de forma a garantir a sua subsistência.
28-08-2012 | 11:10

Ivo Ribeiro
Só num ano reduzimos 6,1 milhões de euros em rendas... Dra. Paula Teixeira da Cruz.
01-09-2012 | 10:55