No quinto dia da décima edição da Universidade de Verão 2012 tivemos na aula da manhã a aula sobre a área social. Subordinada ao tema “Intervir no social: podemos fazer a diferença”, Conceição Zagalo é membro fundador do GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à cidadania empresarial.
Já Millôr Fernandes dissera: “Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus.” Quantos de nós já disse ou pensou: “detesto despedidas” ou “seria mais fácil não ter acontecido… não custaria tanto”? Eu própria já mas, o tempo e a experiência, tem-me feito tomar uma postura muito diferente da insinuada nestas meras palavras. A verdade é que uma despedida só custa quando algo de bom e marcante acontece e, por isso, apenas quero agradecer tudo o que passei convosco ao longo desta magnífica semana. Isto é, apenas, um “até já, companheiros!”
Resposta do Carlos Coelho:
Olá Selma,
Muito obrigado pelas palavras sentidas mas não se trata de uma sugestão :)
CC
ACHEI CURIOSO
Selma Sequeira "Quem quer fazer faz, quem não quer arranja desculpas!” Maria da Conceição Zagalo 31-08-2012 | 10:41
César Vasconcelos Prefiro não dizer mas achei estranho estes ultimos 5min ;) 29-08-2012 | 16:57
Ivo Ribeiro "O sangue frio invalida a reacção... e impede o disparate" Reitor UV, Carlos Coelho. 29-08-2012 | 15:45
Ivo Ribeiro Quando eu tenho o jardim lá em casa para arranjar, não é a junta de freguesia, não é a camara municipal, sou Eu que tenho de o fazer.... Dra. Conceição Zagalo 31-08-2012 | 10:42
João Alcobia Achei curioso o facto de ao longo da democracia o Estado Central ter aumentado a sua esfera de influência criando-se institutos públicos, empresas públicas e mais recentemente sociedades públicas. Este fenómeno em minha opinião é negativo por duas razões, em primeiro lugar são despendidos recursos importantes da população que poderiam ser utilizados de uma forma mais competitiva (devido a um tamanho gigante do Estado perdem-se bastantes verbas apenas por razões burocráticas) e em segundo lugar pelo facto de, e como a história nos mostra, quando o Estado intervém a um nível demasiado acaba por controlar a vida dos cidadãos comuns. Sendo assim na minha opinião o Estado deve ser forte, para fazer valer os direitos fundamentais dos cidadãos e ao mesmo tempo ser pequeno para não diminuir as liberdades. 01-09-2012 | 11:20
Pedro Miguel Carvalho Excelente exercício que apesar de todo o trabalho deu muito prazer apresentar. 30-08-2012 | 15:19
Carolina Gonçalves "Os ingleses foram muito incompetentes ao deixar um comissario de bordo ser francês." - Dra. Manuela Franco 31-08-2012 | 18:41
João Alcobia Achei curioso o facto de um projecto com o intuito de minimizar as consequências ambientais da construção de barragens que devia demorar no mínimo 1 ano acabou por demorar apenas 2 meses. Isto só prova que as decisões que deviam ser tratadas com seriedade e calmamente acabam por ser tratadas de uma maneira leviana. Neste caso apenas para o Estado arrecadar milhões e "distorcer" o orçamento. 29-08-2012 | 12:23
Ricardo Bessa Marques "Os partidos estão envelhecidos! É necessário a reforma dos velhos atores políticos." - Professor Marcelo Revelo de Souda 28-08-2012 | 15:20